A moda é a segunda indústria mais poluente do planeta.
Atrás só do petróleo.
E toda temporada, te vendem o mesmo produto com um nome diferente.
Os números que não aparecem na etiqueta
Você tem o direito de saber o que está comprando.
Mais do que o peso de toda a população humana na Terra. Jogado fora. Todo. Ano.
Mais que toda a aviação e o transporte marítimo juntos. Somados.
Uma única camiseta de algodão. Você bebe essa quantidade em quatro anos. Por uma peça.
A calça custa R$800 na prateleira. Você sabe de qual marca estamos falando. Talvez de mais de uma.
Você conhece as marcas. Hyped, caras, com campanha bonita. Feitas com pressa, jogadas fora na próxima temporada.
A etiqueta não conta essa parte.
Existe uma outra forma
Em vez de criar mais lixo, transformar o que já existe.
Não é romântico. Não é escala. Não é sistema.
É exatamente por isso que funciona.
Como a YUME funciona
3 calças descartadas. 1 peça que não vai existir de novo.
Garimpo
Calças descartadas viram matéria-prima. Sem mineração, sem plantio, sem extração. O mundo já produziu o suficiente.
Desconstrução
A peça é desmontada com cuidado. Cada parte avaliada, separada, respeitada. Nada é lixo — é vocabulário.
Reconstrução
À mão. Sem molde. Sem máquina. Sem pressa. O tempo que a indústria não tem é exatamente o tempo que a gente usa.
Identidade
O resultado nunca vai se repetir. Não por limitação — por design. Você não compra uma peça. Você adota uma.

O criador
Camaleão
São Paulo · Fundador da YUME
O Camaleão não criou mais uma marca de roupas. Ele encontrou uma resposta.
Cada peça começa com uma pergunta: “O que acontece com as roupas que o mundo descartou?”
A resposta é feita à mão. Sem molde. Sem fábrica. Sem cópia. Cada peça YUME é um argumento contra a ideia de que moda precisa ser descartável para existir.
“A moda mais sustentável é a que já existe. A gente só dá um novo propósito.”
— Camaleão, fundador
O que cada peça representa
Não é marketing. É conta de matemática.
夢
Agora você sabe de onde veio cada peça.
A coleção é pequena por design. Cada peça tem história.